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Um castigo diferente conforme a criança cresce

Um castigo diferente conforme a criança cresce


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Suponho que a palavra punição já seja negativa em si mesma, porém, está na ordem do dia e não se aplica apenas à infância. É assim que funciona a nossa sociedade, punindo o mau comportamento.

O castigo na infância corre o risco de ser absolutamente inútil e prejudicial se for constante, desproporcional e prejudicar a auto-estima da criança. Porém, bem aplicado, em momentos de alta tensão em casa, e sem abusar dela, pode ser uma ferramenta útil.

Claro, se você vai aplicá-lo, siga estes dicas para aplicar uma punição diferente conforme a criança cresce.

É claro que os psicólogos recomendam que não utilizemos a punição como método educacional porque a punição não ensina, apenas pune. Mas vamos enfrentá-lo gostaríamos de ver muitos psicólogos em nossa casa nesses momentos de caos em que um berra sem motivo, o outro pegou seu celular sem permissão e o espatifou no chão e se houver um terceiro com certeza algo o fez.

Pois bem, para pôr ordem naqueles momentos em que as palavras não valem mas não queremos recorrer à bochecha, desenvolvemos uma mesa baseada num castigo diferente à medida que a criança cresce.

E devemos estar cientes de que não é a mesma coisa quando uma criança de 2 anos faz uma travessura e quando uma criança de 10 o faz, portanto, devemos aplicar uma punição diferente dependendo da idade da criança:

- A partir dos 2 anos: repreender com voz firme e enérgica, olhando a criança nos olhos, mas sem gritar, insultar ou perder a paciência.

- A partir dos 3 anos: a sobrecorreção funciona, ou seja, eles próprios corrigem os danos que causaram, se quebraram algo propositalmente, devem contribuir com dinheiro do cofrinho para substituí-lo, se baterem em uma criança, devem pedir perdão. .

- De 3 a 10 anos: tempo fora. Já sabemos que o canto do pensamento não é útil para pensar, mas serve para afastar a criança do local onde ocorreu a ação, ela pode relaxar e entender que não participará com os outros se houver mau comportamento.

- Para todas as idades: retirada de privilégios. Esta é uma punição que não deve ser abusada, deve ser imediata e sempre compatível com a idade da criança. Ou seja, se ele tem 3 anos e nós o punimos por uma semana sem ir ao parque, não é um castigo, é uma crueldade.

O mundo da punição é infinito e insondável. Cada um os aplica como quer e da forma que considera mais adequada, e dessa teoria derivam as maiores injustiças. Certamente você se lembra de alguém de quando você era pequeno que ainda te trai e tortura.

Alguns pais costumam punir os filhos de proibir a criança de assistir televisão (hoje proíbe telas), de não ir ao cinema, do canto do pensamento, tirar os brinquedos e até mesmo dar palmadas ou palmadas como parte do processo de aprendizagem ainda se dá, muito triste.

Outros pais preferem ser mais criativos e conceber punições como:

- Uma mãe que pegou o filho brincando com o celular depois que ele foi para a cama e sua punição foi acumular 500 pontos. Para completá-los, ele teve que fazer uma lista de tarefas, cada uma com uma pontuação atribuída.

- Um pai farto dos minishorts que a filha usava na rua, contra-atacou cortando umas calças bem curtas e saiu com a família, incluindo a filha, para jantar, com um olhar bastante constrangedor.

- Uma mãe agarrou seu filho fumando maconha e o forçou a andar por aí com uma placa que dizia "Fumei maconha e fui pego. Sou legal? Não!"

Talvez devêssemos aplicar um pouco mais de senso de humor na educação de nossos filhos, certo?

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