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Conto de fadas. Os tênis vermelhos

Conto de fadas. Os tênis vermelhos


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Leia o texto completo da história para seus filhos Os tênis vermelhos,de Hans Christian Andersen, para que aprendam os princípios básicos do valor da bondade e da humildade.

Existem muitas histórias infantis que encantaram meninos e meninas em todo o mundo, geração após geração. Sem dúvida, entre essas histórias essenciais está este lindo conto dos Sapatos Vermelhos, um dos clássicos da literatura infantil.

Há muito, muito tempo, vivia uma linda garota chamada Karen. Sua família era muito pobre, então ele não podia comprar o que ela queria acima de tudo: sapatos de dança vermelhos.

Porque o que Karen mais gostava era de dançar, o que ela fazia o tempo todo. Frequentementeimaginou-se como uma estrela do baile, recebendo parabéns e admiração de todo o mundo.

Quando sua mãe morreu, uma senhora querida acolheu a menina e cuidou dela como se fosse sua filha. Quando chegou o momento de sua saída, ele a chamou à sua presença:

- Vá comprar sapatos adequados para a ocasião.

- Disse sua benfeitora entregando-lhe o dinheiro.

Mas Karen, desobedecendo, e aproveitando o fato da velhinha não enxergar muito bem, encomendou um par de sapatos de dança vermelhos do sapateiro. No dia da festa, todos estavam olhando para os sapatos vermelhos de Karen.

Alguém chegou a dizer à velha que não era bem visto uma menina usar aquele tom no sapato. A mulher, zangada com Karen por ter desobedecido, repreendeu-a ali mesmo:

"Isso é flertar e vaidade, Karen, e nenhuma dessas qualidades jamais irá ajudá-la."

Porém, a garota aproveitou qualquer ocasião para vesti-los. A pobre senhora morreu pouco depois e o funeral foi arranjado. Como ele tinha sido uma pessoa muito boa, veio gente de todos os cantos para festejar o funeral.

Quando Karen se vestiu para ir, vi os sapatos vermelhos com seu couro brilhando no escuro. Ela sabia que não deveria fazer isso, mas sem pensar duas vezes, pegou os chinelos encantados e meteu os pezinhos dentro:

"Serei muito mais elegante na frente de todos!", Disse a si mesmo. Quando ela entrou na igreja, um homem horrível e barbudo se dirigiu a ela:

-Que sapato de dança vermelho lindo! Quer que eu limpe? - disse ele.

Karen achou que assim os sapatos iriam brilhar mais e ignorou o que a senhora sempre recomendou sobre o recato no vestir. O homem olhou para os chinelos e, com um sussurro e um tapa na sola, ordenou:

"Se encaixa bem quando você dança!"

Ao sair da igreja, qual seria a surpresa de Karen ao sentir um formigamento nos pés! Os tênis vermelhos começaram a dançar como se estivessem possuídos por sua própria música.

O povo da cidade, surpreso, viu como Karen dançou pelas praças, prados e pastagens. Por mais que tentasse, não havia como afrouxar os sapatos: estavam soldados aos pés, e não havia mais como saber o que era pé e o que era sapato! Os dias se passaram e Karen continuou dançando e dançando.

Eu estava tão cansado ...! e ela nunca se sentiu tão só e triste. Ela chorava e chorava enquanto dançava, pensando em como havia sido tola e vaidosa, como era ingrata sua atitude para com a boa senhora e os habitantes da cidade que tanto a ajudaram.

- Não agüento mais! - gemeu ela desesperada - Tenho que tirar esses sapatos mesmo que isso implique cortar meus pés!

Karen dançou para uma cidade próxima onde vivia um carrasco, famoso por sua habilidade com o machado. Ao chegar, sem parar de dançar e com lágrimas nos olhos, gritou da porta:

-Sal! Sal! Não posso entrar porque estou dançando.

-Não sabe quem eu sou? Cortei cabeças! E agora sinto meu machado tremer. - disse o carrasco.

"Não corte minha cabeça", disse Karen, "porque assim não poderei me arrepender de minha vaidade!" Mas, por favor, corte meus pés com os sapatos vermelhos para que eu possa parar de dançar.

Mas quando a porta se abriu, a surpresa de Karen foi enorme. O terrível carrasco não era outro senão o mendigo engraxate que havia enfeitiçado seus chinelos vermelhos.

-Que sapato de dança vermelho lindo! - exclamou ela -Certamente cabem muito bem na dança! - disse piscando para a pobre Karen

-Deixe-me vê-los mais de perto ...-. Mas assim que o mendigo tocou os sapatos com seus dedos esqueléticos, os tênis vermelhos pararam e Karen parou de dançar.

Ela aprendeu a lição, guardou-os em uma urna de vidro, e nem um dia se passou sem que ela não agradecesse por não ter mais que dançar com seus chinelos vermelhos.

FINALIZAR

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